Diagnóstico de engenharia com vistoria in loco, registro fotográfico datado e inspeção termográfica quando o caso pede, assinado por engenheira civil e com ART emitida.
Infiltração que ninguém assume, trinca que apareceu depois da obra do vizinho, condomínio que precisa cobrar da construtora, seguradora que pede comprovação. Em todos esses casos a discussão só sai do lugar quando existe um documento técnico dizendo qual é a causa.
Enquanto esse documento não existe, o que costuma acontecer é isto:
Cada relatório fecha com a causa provável da patologia e a recomendação de intervenção, em ordem de prioridade. Você sai sabendo o que fazer, em que sequência e por quê.
A câmera termográfica mostra a diferença de temperatura dentro da parede e da laje. É assim que se localiza o caminho de uma infiltração ou um ponto de umidade oculta sem quebrar o revestimento para procurar.
O resultado prático é menos demolição exploratória e um diagnóstico mais preciso, com o registro térmico anexado ao relatório como evidência.
O tipo de documento é definido na triagem, antes da vistoria, e fica escrito na proposta.
Cada um com finalidade e profundidade próprias.
Entregáveis do relatório final.
Dito aqui para não virar frustração depois.
Descrever a mancha na parede qualquer um consegue. O laudo só resolve alguma coisa quando diz de onde a água vem e o que precisa ser feito para ela parar.
A inspeção termográfica localiza umidade e falha oculta pela diferença de temperatura. Você troca a demolição às cegas por uma abertura pontual, se ela ainda for necessária.
Foto datada, fundamentação em norma técnica, assinatura de engenheira com CREA ativo e ART emitida. É o que faz o laudo valer numa negociação, numa notificação ou num processo.
O tipo de laudo, os pontos vistoriados, o prazo e o valor ficam definidos antes da vistoria. Sem cobrança adicional depois que o relatório começa.
Você descreve o problema e manda fotos pelo WhatsApp. Nessa conversa já definimos que tipo de laudo o seu caso pede e o que precisa ser vistoriado.
Visita técnica ao imóvel, com inspeção visual, medições e registro fotográfico datado de cada ponto relevante para o diagnóstico.
Usamos a câmera termográfica para localizar umidade e falhas ocultas sem demolição exploratória. O registro térmico entra como evidência no relatório.
O relatório é redigido com fundamentação em norma técnica, assinado por engenheira civil e acompanhado da ART emitida no CREA-RJ.
Entregamos o documento e explicamos o que ele diz, para você usar na negociação, na notificação, no condomínio ou no processo.
Infiltração em área comum, fissura na fachada ou cobrança técnica contra a construtora.
Umidade, trinca ou dano que ninguém consegue explicar nem assumir.
Laudo cautelar de vizinhança antes da primeira máquina entrar no terreno.
Prova documental técnica e assistência à parte em perícia judicial.
Diagnóstico das condições reais antes de fechar negócio e assumir o problema.
Caracterização técnica de dano alegado e resposta fundamentada a reclamação.
Todo laudo sai assinado por profissional habilitada, com ART emitida no CREA-RJ em cada entrega.
A mesma tecnologia que usamos na autovistoria predial entra nos laudos de infiltração e patologia.
Uma das sócias é também engenheira de segurança do trabalho, com mais de 10 anos em fiscalização de obras públicas e privadas.
Cada ponto vistoriado entra no documento com foto datada, não com descrição genérica de texto.
Atendemos Niterói, Maricá, São Gonçalo, Itaboraí e toda a região metropolitana do Rio de Janeiro.
A Proeng foi fundada há mais de 6 anos por duas engenheiras civis. Todo laudo sai assinado por uma delas.
Atua na coordenação e no desenvolvimento de projetos, com foco em compatibilização, modelagem BIM, soluções estruturais e processos de regularização imobiliária, participando de todas as etapas, do planejamento à aprovação.
Com mais de 10 anos de experiência em fiscalização e gestão de obras públicas e privadas, lidera projetos com foco em planejamento, organização e eficiência de execução.
Um laudo não conserta a trinca. Ele diz por que ela apareceu, e é isso que decide quem paga a conta do reparo.
Se a sua pergunta não estiver aqui, mande pelo WhatsApp. A gente responde do mesmo jeito.
Na prática do dia a dia os dois termos se misturam, mas há uma distinção útil. O laudo técnico descreve o estado de uma edificação ou de uma patologia e aponta a causa provável, para orientar uma decisão. A perícia é a investigação técnica feita para responder a uma controvérsia, normalmente quando há duas partes em desacordo ou um processo em curso.
O trabalho de campo é parecido: vistoria, medição e registro. O que muda é a finalidade do documento, e é ela que define a profundidade e a forma de redação.
Na maior parte dos casos, não. A câmera termográfica lê a diferença de temperatura na superfície da parede e da laje, e é assim que se identifica o caminho da umidade sem demolição exploratória.
A termografia não resolve tudo sozinha: ela indica onde procurar. Mas troca a demolição às cegas em vários pontos por uma abertura pontual, quando ela ainda for necessária.
O laudo é um documento técnico assinado por engenheira civil com registro ativo no CREA-RJ e com ART emitida. Ele pode ser juntado a um processo como prova documental e pode embasar o trabalho de assistente técnico da parte.
O que ele não faz é substituir a perícia oficial determinada pelo juiz, quando o juízo nomeia um perito. E nenhum laudo técnico sério promete resultado em processo: o que ele entrega é o diagnóstico tecnicamente fundamentado.
É a vistoria feita nos imóveis vizinhos antes de uma obra começar, registrando em fotos e descrição o estado em que eles já estavam.
Ele existe para proteger quem constrói. Sem esse registro prévio, qualquer trinca antiga do vizinho pode ser atribuída à sua obra, e provar o contrário depois é muito mais difícil. É um dos poucos laudos que só fazem sentido se contratados no momento certo.
São coisas diferentes. A autovistoria predial é uma obrigação legal periódica no Estado do Rio de Janeiro, com escopo e prazo definidos em lei. O laudo técnico é sob demanda, para investigar um problema específico que apareceu, como uma infiltração no subsolo ou uma fissura que aumentou.
Um não substitui o outro. O detalhe da obrigação legal está na página de autovistoria predial.
Depende do tipo de laudo, do tamanho do imóvel e de quantos pontos precisam ser vistoriados. Um laudo de infiltração em um apartamento não tem o mesmo prazo de uma inspeção predial em um condomínio inteiro.
Na triagem inicial já conseguimos dizer que tipo de laudo o seu caso pede, e a proposta que você recebe traz o prazo e o valor fechados por escrito.
A emissão do laudo e a execução do reparo são serviços separados, e isso é proposital. Um laudo tem mais valor quando quem diagnostica não é a mesma pessoa que vai vender a obra apontada no diagnóstico.
O que fazemos é o projeto da intervenção e, quando contratado, o acompanhamento técnico da execução feita pela empresa que você escolher.
Fazemos. O laudo para seguradora precisa caracterizar tecnicamente o evento, a extensão do dano e a causa provável, porque é isso que a análise do sinistro vai avaliar.
Peça à seguradora, antes da vistoria, quais itens ela exige no documento. Se você nos passar essa lista na triagem, o laudo já sai endereçando cada ponto solicitado.
Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp e descreva o problema. Se puder, mande fotos dos pontos afetados, diga há quanto tempo aparecem e se já houve alguma tentativa de reparo.
Com isso definimos o tipo de laudo e enviamos a proposta com escopo, prazo e valor fechados. A vistoria só é agendada depois que você aprova.
Conte o que está acontecendo no imóvel e mande as fotos que você já tiver. Nossa equipe técnica responde dizendo que tipo de laudo o caso pede, com prazo e valor fechados.
Prefere e-mail? Escreva para proengconsultorias@gmail.com